Dorflex quer pagar para trabalhadores autônomos descansarem.
R$ 1.500 por pessoa, via campanha “Na Conta da Dor”, para transformar pausa em valor e reposicionar o marketing de influência com gente comum.
O que Dorflex está vendendo de verdade.
Dorflex é um analgésico com ação relaxante muscular, muito associado a dor por contratura, como dor de cabeça tensional e dores musculares.
A campanha parte dessa leitura prática: se a dor aparece quando o corpo cobra, o descanso não é luxo, é parte do tratamento. A sacada é transformar esse discurso em mecanismo, não em frase bonita.
Ação “Na Conta da Dor”.
A iniciativa “Na Conta da Dor” seleciona autônomos para serem “influenciadores Dorflex por um dia”. A marca paga R$ 1.500 para a pessoa descansar e produzir conteúdo contando como é essa pausa.
A inscrição rola via página oficial da campanha, que direciona para regulamento e detalhes. O formato é UGC com incentivo claro, e o “briefing” é o próprio cotidiano: dor, pausa e recuperação.
Intenção por trás do pagamento.
O dinheiro aqui não é “prêmio”. É substituto de renda por um dia, que é exatamente o custo de oportunidade do descanso para quem vive do próprio corre.
A marca compra autenticidade e contexto real, e faz isso sem depender de celebridade: ela troca alcance “emprestado” por histórias em que o produto cabe naturalmente. E, de quebra, cria uma régua moral simples de entender: descanso remunerado como cuidado possível.
Campanha completa.
A atenção não vem de interrupção, vem de utilidade percebida: a ação entrega algo concreto antes de pedir qualquer coisa.
Quando o benefício do produto vira comportamento (pausar, recuperar), a mensagem vira hábito, e hábito vira confiança. Se a marca quer ser lembrada, ela precisa aparecer no momento em que a vida aperta, não só no feed.






