E se... Aplicativos do nosso dia a dia virassem canais de TV?
Uma hipótese sobre como a lógica dos aplicativos pode mudar ao ocupar espaço na televisão.
Ooi Pessoal!
O anúncio do Instagram chegando oficialmente à televisão abriu uma janela curiosa para o futuro: e se outros aplicativos seguissem o mesmo caminho? A migração de plataformas pensadas para o toque e o scroll para uma lógica de tela grande, controle remoto e sofá pode parecer estranha, mas talvez não seja tanto assim.
O TikTok, por exemplo, já flerta com esse formato. A lógica de vídeos curtos, em looping, pode facilmente virar grade de programação: blocos temáticos por humor, nicho ou algoritmo.
Já o iFood poderia se transformar em um canal de gastronomia interativo, onde restaurantes aparecem em tempo real com cardápios dinâmicos, ou até reality shows culinários feitos por entregadores.
O Waze funcionaria como uma espécie de noticiário urbano 24h, com trânsito ao vivo, câmeras de rodovias e narrativas locais uma mistura de rádio AM, esportes e data visualization.
E o Uber? Talvez virasse uma central de histórias urbanas. Corridas registradas como crônicas visuais, mapas de deslocamento com trilha sonora, motoristas como personagens de um canal que mostra a vida em movimento.
</instagram>
</tiktok>
</ifood>
</waze>
</uber>
Não se trata só de colocar apps na TV, mas de reimaginar a linguagem. Adaptar o gesto de deslizar para o ato de assistir. E nesse processo, talvez o que a gente veja não seja apenas uma extensão de tela, mas uma nova forma de consumir tecnologia, entretenimento e cotidiano.







