E se... Grandes marcas trocassem de identidade visual?
Como a troca de identidade visual revela o verdadeiro poder do branding e a percepção do público.
Identidade visual não é só sobre beleza ou design, é sobre percepção, valor e posicionamento. Ela molda o que sentimos, esperamos e até quanto estamos dispostos a pagar por uma marca.
Agora imagine o McDonald’s com o visual da Apple: o vermelho vibrante dá lugar ao branco minimalista; o apelo popular vira sofisticação tech. Ou a Netflix com o refinamento da Louis Vuitton, onde maratonar uma série parece consumir alta costura em forma de conteúdo.
E se as Havaianas adotassem a estética futurista da Tesla? O chinelo despojado se transforma em inovação de design. Starbucks com a identidade da Harley-Davidson? Café vira símbolo de liberdade e atitude.
A Red Bull, normalmente agressiva e enérgica, assume o tom zen da Natura, e subitamente, o conceito de “energia” passa a ser sobre equilíbrio. A Adidas, sob o filtro cor-de-rosa da Barbie, mistura performance com autoexpressão. E até o Google, quando reimaginado pela fantasia da Disney, troca objetividade por encantamento.
Essas trocas mostram o quanto os códigos visuais influenciam a forma como percebemos propósito, valor e relevância. Não é exagero dizer: troque a roupa da marca, e você troca também a narrativa.
Identidade visual é estratégia que se vê. E o que os olhos captam, o cérebro interpreta, quase sempre, em menos de um segundo.









