E se... Marcas de carros vendessem em vending machines?
Uma leitura sobre como marcas constroem desejo, e usam experiência e conexão em tempos de conveniência extrema.
Fala pessoal!
A proposta de imaginar marcas de carros sendo vendidas por vending machines vai além do inusitado, ela revela como a percepção de valor está diretamente ligada à experiência, ao contexto e ao storytelling que envolve a compra.
Quando colocamos uma chave da Mercedes-Benz para cair suavemente numa bandeja iluminada, ou uma Saveiro saindo de uma vending com cara de oficina, estamos ativando símbolos diferentes de desejo, o luxo aspiracional e a estética do trampo.
Um Palio, embalado como item de culto, um BYD Dolphin, entregue como produto de tecnologia limpa e eficiente, ou até uma Yamaha MT-09, que aparece como objeto de liberdade e adrenalina. Em todos os casos, o produto é o mesmo, um veículo, mas a forma como ele é apresentado transforma completamente a forma como ele é desejado.
</Mercedes>
</Palio>
</Saveiro>
</BYD>
</Yamaha>
O que está sendo vendido não é só o carro, é o imaginário em volta dele. Essa ideia brinca com códigos culturais, reposiciona percepções e escancara uma verdade poderosa do branding moderno, quem controla o contexto, controla o valor.







