E se... Personagens do folclore brasileiro fossem marcas?
Personagens que já carregam arquétipos fortes poderiam facilmente se transformar em produtos com posicionamento claro e propósito definido.
Ooi pessoal!
O folclore brasileiro já nasce com algo que toda marca passa anos tentando construir: identidade clara e reconhecível. Cada personagem carrega um conjunto muito bem definido de atributos comportamento, estética, território e até tom de voz.
O Boto não é só um personagem, ele é sedução, noite, mistério e transformação. O Saci não é só travessura, ele é energia, imprevisibilidade e movimento. O Curupira é proteção, natureza e vigilância. A Iara é encanto, calma e imersão sensorial.
Fica evidente que esses personagens já operam como se fossem marcas prontas. Eles têm posicionamento, têm narrativa e têm diferenciação. Não precisam ser construídos, precisam ser traduzidos. E é aí que entra o exercício: transformar esses significados em produtos ou serviços que façam sentido dentro desse universo.
</perfume boto>
</segurança ambiental curupira>
</energético saci>
</remédio mula sem cabeça>
</gillette lobisomem>
</babá eletrônica cuca>
</app de música relaxante iara>
No mercado, grande parte das marcas investe tempo e dinheiro tentando criar exatamente esse tipo de conexão simbólica com o público. Aqui, ela já existe, consolidada culturalmente.
Muitas vezes, o desafio não é inventar algo novo, mas saber reconhecer, reinterpretar e aplicar repertórios que já estão profundamente enraizados na cultura.









