Nestlé paga naming rights para tutores de pets com nomes de suas marcas.
A campanha propõe pagar “naming rights” a tutores que batizarem seus animais com nomes de produtos da companhia, criando uma ação que mistura humor e cultura digital.
Conceito por trás da campanha.
A Nestlé apresentou uma campanha que parte de uma lógica comum no esporte e no entretenimento: o naming rights. A marca propõe pagar tutores que registrarem seus pets com nomes de produtos do seu portfólio.
A ideia transforma algo cotidiano, o nome de um animal em espaço de mídia e ponto de contato com o consumidor. A ação chama atenção por levar um conceito tradicional de branding para um território inesperado.
Ativo criativo.
A Nestlé opera com um dos maiores portfólios do setor de alimentos, com marcas amplamente reconhecidas pelo público. Ao usar esses nomes como base da campanha, a empresa ativa um repertório já presente na memória do consumidor.
Produtos como chocolates, cafés e alimentos passam a circular em um novo contexto, fora da prateleira. O nome deixa de ser apenas identificação de produto e passa a funcionar como elemento de conversa.
Cultura digital e percepção.
A campanha dialoga diretamente com um comportamento comum nas redes sociais: dar nomes inusitados ou bem-humorados para pets. Esse tipo de conteúdo tem alto potencial de compartilhamento e engajamento.
Ao se inserir nesse hábito, a Nestlé reduz a distância entre publicidade e comportamento real. A marca não cria uma tendência do zero, mas se apropria de uma prática já existente e amplifica seu alcance.
Presença no cotidiano.
Ao transformar nomes de pets em extensão de marca, a Nestlé amplia sua presença no dia a dia das pessoas. A ação não depende apenas de mídia tradicional, mas de repetição orgânica em conversas, posts e interações.
O resultado é uma campanha que reforça reconhecimento de marca de forma leve e contínua. Em vez de interromper o consumidor, a Nestlé se insere em momentos que já fazem parte da rotina.






