Nubank estreia com a Mercedes na F1 e usa uniforme como mídia.
Primeira ativação no GP de Miami transforma o macacão dos pilotos em peça central de comunicação e marca a entrada do banco em um dos territórios mais disputados do esporte.
A entrada em um novo território.
O Nubank oficializou em 2026 sua parceria com a Mercedes-AMG PETRONAS Formula One Team, uma das equipes mais valiosas e consistentes da Fórmula 1.
A movimentação coloca a fintech dentro de um ambiente global, premium e altamente competitivo, muito diferente do território tradicional de bancos digitais.
A F1 hoje funciona como plataforma de marca para empresas que querem ganhar escala internacional e associação com performance, tecnologia e inovação.
Macacão como peça de comunicação.
A primeira ativação conjunta acontece no Grande Prêmio de Miami, com foco em três macacões personalizados utilizados pelos pilotos George Russell e Kimi Antonelli. Em vez de apostar em ativações externas ao circuito, a estratégia coloca o branding diretamente no centro da transmissão.
O macacão é um dos elementos mais visíveis durante a corrida, presente em câmeras, entrevistas e conteúdos oficiais, funcionando como mídia de alta exposição ao longo de todo o fim de semana.
Fórmula 1 é plataforma de marcas.
Nos últimos anos, a Fórmula 1 ampliou sua relevância cultural, especialmente com o crescimento de audiência impulsionado por novas plataformas e conteúdos.
O campeonato reúne milhões de espectadores por corrida e se tornou um dos ambientes mais disputados por marcas globais. Estar presente nesse contexto não é apenas patrocínio esportivo.
É associação direta com velocidade, precisão, tecnologia e elite competitiva, atributos que empresas buscam incorporar à sua própria percepção de marca.
Estratégia de posicionamento em escala.
A escolha do Nubank mostra uma mudança clara de ambição. Ao sair de um posicionamento mais regional e entrar em um dos maiores palcos globais, a marca busca reforçar sua presença internacional e sofisticar sua imagem.
A ativação em Miami funciona como ponto de partida dessa construção, usando um ativo simples, o uniforme, para gerar impacto contínuo.
Em um ambiente onde cada detalhe é transmitido e amplificado, estar no centro da ação vale mais do que criar algo ao redor dela.






